Telangiectasias, os vasinhos
Vasos muito finos, avermelhados ou azulados, logo abaixo da pele. Diâmetro inferior a 1 milímetro. São os mais visíveis e os que mais motivam a busca por tratamento.
Varizes e vasinhos a laser · Ponta Grossa
Tratamento de varizes, safenas e vasinhos em Ponta Grossa, Paraná, com laser endovenoso e escleroterapia, realizado em consultório.
O mapeamento por ultrassom é feito pelo próprio médico, na mesma consulta.
Médico · CRM-PR 18353 · RQE 10895 · RQE 12990
Cirurgia Vascular · Angiorradiologia · Habilitação em Ecografia Vascular com Doppler
Nas pernas, o sangue precisa subir contra a gravidade. Quem garante isso são as válvulas dentro das veias: elas se abrem para deixar o sangue passar e se fecham para impedir que ele volte.
Quando essas válvulas deixam de fechar corretamente, parte do sangue reflui e se acumula. A pressão dentro da veia aumenta, a parede se dilata, e o vaso se torna tortuoso e visível. É o que se chama insuficiência venosa crônica, e as varizes são a manifestação mais conhecida dela.
O processo é lento e silencioso. Começa anos antes de aparecer qualquer coisa na superfície.
Primeiro aparece um vasinho atrás do joelho, e dá para disfarçar. Depois surge na coxa. Depois na perna toda. Vem o fim de tarde pesado, a marca da meia no tornozelo, a câimbra que acorda de madrugada.
Nada disso é vaidade. E nada disso é normal, embora seja comum.
A insuficiência venosa é progressiva. O que hoje é incômodo estético e cansaço pode se tornar, com os anos, inchaço persistente, escurecimento da pele no tornozelo, endurecimento do tecido e, em quadros avançados, úlcera venosa, a ferida de perna que não fecha.
Existe também o lado prático que quase ninguém menciona: quanto mais cedo se trata, mais simples é o tratamento. Uma safena com refluxo em estágio inicial exige muito menos do que a mesma safena dez anos depois.
O que se chama genericamente de "varizes" reúne vasos de calibres e profundidades diferentes, e cada um responde a uma técnica distinta.
Vasos muito finos, avermelhados ou azulados, logo abaixo da pele. Diâmetro inferior a 1 milímetro. São os mais visíveis e os que mais motivam a busca por tratamento.
Vasos azulados de calibre intermediário, entre 1 e 3 milímetros, situados um pouco mais profundamente. Frequentemente alimentam as telangiectasias, e tratá-las sem tratar a reticular é uma das causas do retorno rápido.
Veias dilatadas com mais de 3 milímetros, tortuosas e salientes.
As principais veias superficiais da perna. Quando apresentam refluxo, funcionam como a origem da pressão que alimenta todo o restante. São identificadas apenas por ultrassom.
A classificação CEAP é o padrão internacional usado para descrever a doença venosa. A letra C indica o estágio clínico.
Sem sinais visíveis, com ou sem sintomas
Telangiectasias e veias reticulares
Varizes
Edema, o inchaço persistente
Alterações de pele: escurecimento, eczema, endurecimento do tecido
Úlcera venosa já cicatrizada
Úlcera venosa em atividade
O estágio orienta a urgência e a conduta. Uma paciente em C1 com queixa estética e uma paciente em C4 com alteração de pele têm o mesmo diagnóstico de base e planos de tratamento bastante diferentes.
Nenhum desses fatores torna as varizes inevitáveis, e nenhum hábito isolado as previne por completo. O que existe é redução de risco e diagnóstico precoce.
Nenhuma veia é tratada antes de ser mapeada.
O Dr. Luís realiza pessoalmente o ecodoppler venoso, exame que mostra em tempo real o caminho do sangue nas pernas: quais válvulas ainda fecham, onde existe refluxo, qual veia alimenta qual região, e quais vasos são apenas superficiais. Possui habilitação em ecografia vascular com Doppler pela Associação Médica Brasileira, pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia.
Quem examina a perna é o mesmo médico que vai tratá-la.
Se existe refluxo em safena, tratar apenas os vasos visíveis deixa a origem da pressão intacta.
Primeiro a veia que alimenta, depois o que ela alimentava. Inverter essa ordem é a razão mais frequente de resultado que não se sustenta.
Calibre, profundidade e comportamento do vaso determinam a abordagem. Uma safena com refluxo, uma variz calibrosa e uma telangiectasia pedem procedimentos diferentes.
Nem toda veia aparente tem indicação. O exame também serve para definir o que deixar em paz.
Esta é a pergunta mais frequente sobre varizes, e ela tem uma explicação técnica.
O vasinho raramente é o problema. Ele costuma ser o fim de uma linha que começa em uma veia maior, muitas vezes uma safena ou uma veia reticular, onde existe refluxo. Se essa veia não for identificada e tratada, a pressão continua chegando ali.
Trata-se o que aparece, a causa segue ativa, e em alguns meses o vaso reaparece, às vezes no mesmo ponto.
Por isso o exame não é etapa burocrática. É o que determina se o resultado se sustenta.
A escolha da técnica vem do exame. Uma mesma paciente pode receber mais de uma abordagem, em etapas diferentes.
Indicado para safenas e veias calibrosas com refluxo. Uma fibra óptica é introduzida na veia por uma punção, guiada por ultrassom, e a energia do laser provoca o fechamento do vaso, que passa a ser reabsorvido pelo organismo. O sangue é naturalmente redirecionado para as veias saudáveis. Não há corte nem retirada da veia, e o procedimento é realizado em consultório, com anestesia local. Substitui, em boa parte dos casos, a cirurgia convencional de safena.
Aplicação de substância esclerosante que provoca o fechamento do vaso, que é então reabsorvido. Indicada para telangiectasias e veias reticulares. Realizada em sessões, com número definido conforme a extensão dos vasos e a resposta individual.
Para varizes de médio calibre e veias que não são visíveis na superfície. A substância é transformada em espuma, o que aumenta seu contato com a parede do vaso, e aplicada com acompanhamento do ultrassom em tempo real. Permite tratar com precisão vasos que não seriam alcançados a olho nu.
Aplicado sobre a pele, sem punção. Indicado para vasos muito finos, especialmente os que respondem mal à escleroterapia ou estão em regiões de pele mais delicada.
Existem quadros em que a conduta adequada continua sendo a cirurgia em ambiente hospitalar. Quando é o caso, isso é dito com clareza na consulta, e o procedimento é conduzido pelo mesmo médico.
Para pacientes que já chegaram ao estágio de ferida na perna, o tratamento combina o controle da causa venosa com a condução da cicatrização.
Úlceras varicosas →As duas vias são legítimas e coexistem. A diferença está no que cada uma exige da paciente.
| Cirurgia convencional | Tratamento em consultório | |
|---|---|---|
| Ambiente | Centro cirúrgico | Consultório |
| Anestesia | Raquianestesia ou geral | Local |
| Internação | Em geral, sim | Não |
| Cortes | Sim | Não |
| Retorno à rotina | Semanas | Dias, em geral |
| Etapas | Uma cirurgia | Pode exigir mais de uma |
A escolha entre uma e outra não é preferência do médico nem da paciente. Vem do que o exame mostrar.
Uma conversa sobre a sua história e seus sintomas, seguida do exame físico e do ecodoppler venoso, realizados pelo Dr. Luís na mesma consulta.
Você recebe o mapa das suas pernas e o plano: quais veias serão tratadas, em que ordem, com qual técnica, quantas sessões e qual o intervalo entre elas.
Realizado com anestesia local, em sala reservada. A paciente chega andando e sai andando, e retorna para casa no mesmo dia.
Na maior parte dos casos, retomada das atividades no mesmo dia ou no dia seguinte, com orientação sobre compressão, esforço e exposição solar. As reavaliações acompanham o resultado e definem se há etapa seguinte.
O Dr. Luís atua há mais de vinte e cinco anos em medicina vascular. Começou pela cirurgia vascular hospitalar, operando os casos graves da região, e chegou aos procedimentos minimamente invasivos por evolução da técnica, não por atalho.
Isso importa por uma razão prática. Um profissional que domina apenas uma via tende a indicar aquela via. Quem domina as duas indica a partir do exame, e também reconhece quando o consultório não é o lugar certo.
Sintomas podem existir sem vasos visíveis, e vasos visíveis podem existir sem sintomas. As duas situações merecem avaliação.
Agendar consultaA úlcera venosa é o estágio avançado de um problema que começou anos antes. A insuficiência venosa aumenta a pressão nas veias da perna, a pele do tornozelo escurece e endurece, e em algum momento ela abre.
Quem convive com isso já sabe o padrão: a ferida melhora com curativo, fecha depois de meses, e volta a abrir.
Ela volta porque o curativo trata a ferida, não a causa.
Enquanto o refluxo venoso continuar ativo, a pressão continua chegando ali. É por isso que o tratamento aqui tem duas frentes que caminham juntas:
Mapeamento por ultrassom para identificar o refluxo e tratamento da veia responsável, em geral com laser endovenoso ou escleroterapia guiada por ultrassom, realizados em consultório.
Curativos apropriados ao estágio da ferida, terapia de compressão orientada corretamente e acompanhamento até o fechamento.
Fechar a ferida é o objetivo de curto prazo. Evitar que ela volte é o objetivo do tratamento.
As fotos abaixo são de pacientes do consultório, publicadas com autorização por escrito e sem identificação. Cada par foi feito com a mesma luz, o mesmo ângulo e a mesma distância, sem edição.
Elas mostram evoluções diferentes, inclusive casos em que a resposta foi menor que a esperada. O resultado depende do diagnóstico, do grau do quadro, do organismo de cada pessoa e da manutenção, e não se repete da mesma forma em todos os casos.
As varizes surgem quando as válvulas dentro das veias das pernas deixam de fechar corretamente. Parte do sangue reflui em vez de subir, a pressão dentro do vaso aumenta e a veia se dilata. O fator de risco mais relevante é o histórico familiar, seguido de variações hormonais, gestações, permanência prolongada em pé ou sentada, sobrepeso e idade.
Não. Os vasinhos, chamados tecnicamente de telangiectasias, são vasos muito finos, com menos de 1 milímetro, logo abaixo da pele. As varizes são veias dilatadas com mais de 3 milímetros, tortuosas e salientes. Entre os dois existem as veias reticulares, de calibre intermediário, que frequentemente alimentam os vasinhos. Cada tipo responde a uma técnica diferente.
A explicação mais frequente é que existe refluxo em uma veia maior, muitas vezes uma safena ou uma veia reticular, alimentando aquela região. Se essa veia não for identificada e tratada, a pressão continua chegando ali e os vasos reaparecem. É por isso que o mapeamento por ultrassom antecede o tratamento.
Essa pergunta reúne três situações distintas. A primeira é a veia tratada reabrir, o que é pouco frequente quando a técnica é bem indicada e executada. A segunda é o surgimento de veias novas ao longo dos anos, que pode ocorrer porque a predisposição à doença venosa é individual e não desaparece com o tratamento. A terceira, e mais comum, é a de vasos que nunca foram tratados porque a causa não havia sido mapeada. O que existe é controle e acompanhamento, não garantia definitiva.
Uma fibra óptica é introduzida na veia por uma punção, guiada por ultrassom. A energia do laser provoca o fechamento do vaso, que é então reabsorvido pelo organismo, e o sangue é naturalmente redirecionado para as veias saudáveis. Não há corte nem retirada da veia. O procedimento é realizado em consultório, com anestesia local.
A safena com refluxo já não cumpre a função de retorno do sangue, e sua presença contribui para o aumento da pressão no sistema. Ao ser fechada, o sangue passa a circular pelas veias saudáveis, que assumem o retorno. É o mesmo princípio da cirurgia convencional, na qual a veia é retirada, com a diferença de que aqui ela permanece no lugar e é reabsorvida.
Uma conversa sobre a sua história e suas queixas, o exame físico e o ultrassom vascular com Doppler, realizado pelo próprio Dr. Luís na mesma consulta. Ao final, você recebe o diagnóstico explicado e o plano de tratamento com as etapas, a ordem e os valores correspondentes.
Os procedimentos são realizados com anestesia local, o que garante conforto durante a aplicação. Depois, o desconforto costuma ser leve e controlado com analgesia comum. Na escleroterapia de vasinhos, a sensação mais relatada é uma ardência breve durante a aplicação.
Na maior parte dos casos, não. A paciente retorna para casa no mesmo dia, dirigindo, e retoma a rotina. Orienta-se evitar esforço físico intenso, calor excessivo e exposição solar nos primeiros dias, além do uso da meia de compressão pelo período indicado.
Sim, quando há indicação correta e estrutura adequada. Os procedimentos realizados em consultório são minimamente invasivos, guiados por ultrassom, com anestesia local e monitorização. Justamente por ter formação em cirurgia vascular hospitalar, o Dr. Luís também reconhece os casos em que o ambiente hospitalar é a conduta correta.
Depende do número, do calibre e da distribuição dos vasos. O tratamento de safena costuma ser realizado em uma etapa. Vasinhos quase sempre exigem mais de uma sessão. O plano entregue na consulta traz o número estimado, revisto ao longo do acompanhamento.
Sim. O cuidado é com a exposição solar após o procedimento, porque a pele tratada fica temporariamente mais suscetível a manchas. Com protetor solar e as orientações corretas, o tratamento pode ser realizado em qualquer época do ano.
Pode ocorrer alteração temporária de cor no trajeto do vaso tratado, especialmente na escleroterapia. Na maioria dos casos ela clareia ao longo de semanas a meses. O risco varia conforme o tipo de pele, a técnica utilizada e os cuidados posteriores.
Na gestação, o tratamento é adiado, e a conduta é de manejo dos sintomas com compressão e orientações. Na amamentação, depende da técnica, e a avaliação é individual.
A cobertura depende do seu plano e da indicação clínica. O tratamento de vasinhos com finalidade apenas estética, em geral, não tem cobertura. Para saber as condições da consulta e se o seu plano permite pedido de reembolso, fale com a equipe pelo WhatsApp (42) 99143-7700 ou pelo telefone (42) 3027-1219.
O Dr. Luís Henrique Gil França é médico cirurgião vascular em Ponta Grossa, Paraná, CRM-PR 18353, RQE 10895 e 12990, com habilitação em ecografia vascular com Doppler. Realiza tratamento de varizes, safenas e vasinhos com laser endovenoso e escleroterapia em consultório, além de cirurgia vascular convencional quando indicada. O agendamento é pelo WhatsApp (42) 99143-7700.
Pelo WhatsApp (42) 99143-7700. A equipe informa horários disponíveis, valor da consulta e formas de pagamento. O consultório fica na R. Padre Ildefonso, 475, sala 41, Centro, Ponta Grossa, Paraná.
Uma perna com varizes conta uma história que começou anos antes de aparecer na superfície.
O primeiro passo é ler essa história com o exame certo.
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